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A creche, e as amas com a devida adaptação, são respostas sociais de natureza socioeducativa, destinada a acolher crianças até aos 3 anos de idade. Devido às características destas respostas e à maior dificuldade em aderir às medidas preventivas por parte das crianças deste grupo etário, existe potencial de transmissibilidade de SARS-CoV-2 nas creches, creches familiares e amas, pelo que devem ser devidamente implementadas medidas de prevenção e controlo de infeção.

FONTE: DGS

O encerramento dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas em todo o país, com suspensão das atividades letivas e não letivas presenciais, foi parte de um conjunto de medidas excecionais e temporárias relativas à situação epidemiológica da COVID-19 aprovadas pelo XXII Governo Constitucional através do Decreto-Lei n.º 10-A/2020, de 13 de março.
Contudo, com a evolução epidemiológica e a necessidade de assegurar a continuidade do ano letivo de 2019/2020 foi aprovado um conjunto de medidas que prevê a minimização da interrupção do ensino e que, ao mesmo tempo, que reforça a prevenção da COVID-19 em ambiente escolar, para os 11.º e 12.º anos de escolaridade e para os 2.º e 3.º anos dos cursos de
dupla certificação do ensino secundário, nas disciplinas que têm oferta de exame final nacional.

FONTE: DGS

A COVID-19 é uma doença causada pela infeção pelo novo Coronavírus (SARS-CoV-2). Com base na evidência científica atual, este vírus transmite-se principalmente através de:

− Contacto direto: disseminação de gotículas respiratórias produzidas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou fala, que podem ser inaladas ou pousar na boca, nariz ou olhos de pessoas que estão próximas (< 2 metros).

− Contacto indireto: contacto das mãos com uma superfície ou objeto contaminado com SARS-CoV-2 e, em seguida, com a boca, nariz ou olhos.

Para mais informações e recomendações consultar: www.covid19.min-saude.pt. Os estabelecimentos de restauração e bebidas, pelas suas características, podem ser locais de transmissão da infeção por SARS-CoV-2, quer por contacto direto e/ou indireto. Por isso, medidas adicionais devem ser tomadas para assegurar a minimização da transmissão da doença nestes contextos.

FONTE: DGS

A COVID-19 foi considerada uma Pandemia a 11 de março de 2020 pela Organização Mundial de Saúde. Em Portugal, as medidas de Saúde Pública têm sido implementadas de acordo com as várias fases de preparação e resposta a situações epidémicas, por forma a diminuir progressivamente a transmissão do vírus, prestar os cuidados de saúde adequados a todos os doentes e proteger a Saúde Pública.
A COVID-19 é uma doença causada pela infeção pelo novo Coronavírus (SARS-CoV-2). A doença manifesta-se predominantemente por sintomas respiratórios, nomeadamente, febre, tosse e dificuldade respiratória, podendo também existir outros sintomas, entre os quais, odinofagia (dor de garganta), dores musculares generalizadas, cefaleias (dores de cabeça), fraqueza, e, com menor frequência, náuseas/vómitos e diarreia.

FONTE: DGS

Deve permanecer em casa. Não deve dirigir-se ao trabalho, à escola ou a espaços públicos. Permaneça numa divisão própria e evite contactar com outros em espaços comuns. Não partilhe pratos, copos, utensílios de cozinha, lençóis ou outros objetos pessoais.
Quando estiver com outras pessoas, utilize máscara. Cumpra as recomendações de lavagem das mãos e de etiqueta respiratória. Monitorize os sintomas e coloque os seus resíduos num saco próprio.

Fonte: SNS/DGS

A lavagem das mãos é a medida mais efetiva para travar a infeção com o novo coronavírus.

Deve lavar as mãos frequentemente. Deve lavá-las sempre que se assoar, espirrar, tossir ou após contacto direto com pessoas doentes. Deve lavá-las durante 20 segundos (o tempo que demora a cantar os “Parabéns”) com água e sabão ou com solução à base de álcool a 70%;.

Seja um Agente de Saúde Pública!

Mais informação em https://www.dgs.pt/

Fonte: SNS/DGS

O Município de Bragança instalou um Hospital de Campanha, na Unidade Local de Saúde do Nordeste (ULSNE), destinada a doentes com COVID-19, de modo a isolar estes utentes de outros, que procuram a ULSNE para outro tipo de tratamento, assegurando, também, uma maior segurança e proteção dos profissionais de saúde.
Foi entregue, ainda, pelo Município de Bragança, material de proteção individual destinado aos profissionais de saúde, que inclui 3.200 toucas e 20.000 cobre sapatos.

Estas são, apenas, mais algumas das medidas levadas a cabo pelo Município de Bragança com vista à prevenção do COVID – 19, como, por exemplo, a higienização e a desinfeção de espaços públicos.

Por Si. Por Bragança. Por Todos!

Fonte: CMB

Neste novo ano comer melhor é uma promessa com real impacto na nossa vida e na saúde do planeta. Atualmente, sabemos que os hábitos alimentares inadequados são os principais determinantes dos anos de vida saudáveis perdidos pelos portugueses e a produção alimentar é um dos principais responsáveis pelo aquecimento do planeta e emissões de gases com efeitos de estufa. Felizmente, com um pequeníssimo esforço, é possível mudar muita coisa se multiplicarmos estas ações individuais por muitos milhões de pessoas.

AQUI FICAM 5 PEQUENAS DECISÕES QUE PODEM FAZER UMA ENORME DIFERENÇA:

1. Uma vez por semana substitua a refeição de carne por um prato vegetariano. Uma refeição de carne a menos por semana, ao longo de uma ano, equivale a poupar, em emissões de carbono, cerca de 500 km de automóvel.

2. Uma vez por semana experimente cozinhar sem sal. Veja as nossas receitas sem sal. E aprenda a cozinhar saboroso sem a substância responsável por retirar muitos anos de vida saudável a milhares de portugueses. Mais de 4 milhões de portugueses sofrem de hipertensão arterial onde o sal tem um papel importante. Para compras com menos sal utilize o “descodificador de rótulos”.

3. Substitua o habitual refrigerante ou bebida açucarada diária por água. O consumo excessivo de refrigerantes tem vindo a ser associado ao aparecimento de diabetes tipo II e cárie dentária. Por outro lado, apenas um refrigerante ou outra bebida açucarada pode conter por lata de 330 ml aproximadamente 35 g de açúcar o que equivale ao consumo anual de mais de 12 kg de açúcar e alguns kg de gordura corporal a mais no final do ano! Lembre-se que a água da rede pública em Portugal é de boa qualidade. Conheça a iniciativa #aguapublica.

4. Consuma sopa pelo menos uma vez por dia e, sempre que possível, substitua, em parte ou totalmente, a batata por leguminosas (feijão, grão, ervilha, fava, lentilha…). A presença de hortícolas e leguminosas ajudam a regular o colesterol, são fonte de vitaminas e minerais, reduzem o risco de doença cardiovascular e certos tipos de cancro, reduzem o risco de diabetes tipo II e podem ainda ter papel importante na regulação do transito intestinal e controlo do apetite. Uma dose diária destes alimentos protetores é decisiva para uma alimentação equilibrada e uma vida saudável.

5. Vamos deitar menos comida fora, comprando e cozinhando apenas o necessário e reaproveitando. Um terço (⅓) da comida produzida no nosso planeta nunca chega a ser consumida! Ou seja, “a comida que não é comida” é uma das principais fontes de poluição num mundo onde 795 milhões de pessoas passam fome. E em Portugal, 2 milhões de portugueses e suas famílias estão abaixo do limiar de pobreza. Vamos deitar menos comida fora este ano. Comece já nesta altura de festividades, com receitas saudáveis, económicas e amigas do ambiente com zero desperdício. 

FONTE: Nutrimento

Os responsáveis por equipamentos de maior risco para a infeção por legionella vão ser obrigados a registo, a ter planos de prevenção e ser sujeitos a auditorias trienais, segundo legislação aprovada ontem em Conselho de Ministros.

A proposta de lei que estabelece o regime de prevenção e controlo da doença dos legionários, provocada pela bactéria legionella, propõe à Assembleia da República “um regime próprio que estabelece um conjunto de procedimentos relativos à instalação, ao uso e à manutenção de redes, sistemas e equipamentos nos quais a legionella é capaz de proliferar e disseminar”.

Segundo o comunicado do Conselho de Ministros, “os responsáveis por equipamentos de maior risco (torres de arrefecimento, equipamentos industriais de utilização intensiva que usem água, etc.) ficam sujeitos a obrigações de registo, planos de prevenção e auditorias trienais”. E prossegue: “Para os equipamentos de menor risco (piscinas, termas, fontes, redes prediais de água quente, etc.), há obrigações atenuadas: planos de prevenção ou apenas manutenção/limpeza”.

Nos últimos meses registaram-se dois surtos de legionella. O primeiro ocorreu em novembro do ano passado e atingiu o Hospital São Francisco Xavier, em Lisboa, infetando 59 pessoas e causando cinco mortos. No final de janeiro, um surto desta bactéria foi detetado no hospital CUF Descobertas, infetando 15 pessoas.

A bactéria legionella é responsável pela doença dos legionários, uma forma de pneumonia grave que se inicia habitualmente com tosse seca, febre, arrepios, dor de cabeça, dores musculares e dificuldade respiratória, podendo também surgir dor abdominal e diarreia. A incubação da doença tem um período de cinco a seis dias depois da infeção, podendo ir até dez dias. A infeção pode ser contraída por via aérea (respiratória), através da inalação de gotículas de água ou por aspiração de água contaminada. Apesar de grave, a infeção tem tratamento efetivo.

FONTE: Jornal Médico

Saiba os cuidados acrescidos que deve ter para evitar este problema

Provocada pela ingestão de alimentos contaminados, a melhor forma de evitar uma intoxicação alimentar é aprumar-se na higiene das mãos e dos utensílios de cozinha.

Trata-se de um envenenamento provocado por produtos químicos, microrganismos ou parasitas através de alimentos contaminados.

O grau de intoxicação é, habitualmente, mais grave em crianças, idosos e grávidas.

Causas

Má higiene no manuseamento de alimentos, produtos mal embalados, problemas na cadeia de frio em alimentos congelados e elaboração incorreta (alimentos que permanecem crus ou mal cozinhados). São algumas das principais causas deste problema.

Sintomas

Vómitos, diarreias, febre, dores de estômago, dores musculares e problemas de mobilidade são os sintomas mais comuns.

Tratamento

Nos casos menos graves, a recuperação é feita com repouso e compensação da desidratação provocada pela diarreia e pelos vómitos. Recomenda-se a ingestão de muitos líquidos (água, sumos e caldos), evitando o leite e as bebidas com cafeína, e não ingerir alimentos sólidos até à remissão da diarreia. De qualquer modo, é sempre aconselhável procurar um médico.

Intoxicação grave

Quando a intoxicação é provocada pela ingestão de toxinas provenientes de cogumelos, peixes ou mariscos, deve-se acudir imediatamente às urgências para evitar um desenlace fatal.

Recomendações

Eis algumas medidas que ajudam a prevenir intoxicações:

– Lave bem as mãos e os utensílios antes de cozinhar.

– Não coloque a comida cozinhada no mesmo prato em que esteve crua.

– Não ingira alimentos com a embalagem deteriorada ou deformada.

O período mais crítico

Entre uma a 48 horas. Este é o tempo que vai desde a ingestão do alimento contaminado até surgirem os sintomas iniciais da intoxicação.

FONTE: SAPO LifeStyle